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Algarve, Viver o Património, Abraçar a Cultura: O TeMPo de Património
Nota de falecimemto

O PROFESSOR JOÃO COSTA MORREU!

Morreu o Snr, João dizem amigos e conhecidos, mas, sobretudo, morreu o Professor João Costa. E terá morrido de todo, completamente? 
Foi o Professor que nunca precisou de licenciatura, mestrado ou Academia para exercer como um dotado Professor-Educador, por natureza de sua inteligência e perspicácia psicológica e científica.
De sua experiência e aguda observação prática da natureza animal tornou-se numa das pessoas que mais sabia de Cetreria em Portugal. As suas qualidades invulgares de amigo observador dos animais, especialmente das aves, estão claramente patentes no fillme “ASA REDONDA” de Helder Mendes para a RTP no qual é a figura principal quer na defesa contra a morte assim como na  recuperação das crias da Águia de Asa Redonda.
Em cada assunto que tinha de lecionar era tão criativo e inventivo que os alunos aprendiam a matéria pelo uso da experimentação própria tomando com alegria o gosto pelo assunto, mais pela realização do que pela leitura.
Conheci e partilhei com o Professor João Costa estes últimos vinte anos e desde o primeiro encontro fui contaminado, sem dúvidas ou reservas, pela sua aguda e objetiva inteligência de pensamentos e sabedoria feita de leitura especializada e observação prática no dia a dia.  
Fizemos juntos uma Exposição de fotografia sobre aves e um vídeo acerca da domesticação de ‘Açores’ para caçar. Da nossa amizade nasceu o facto de ser ele um dos sócios fundadores desta Associação com a qual se mantinha sempre disposto a colaborar. 
Era um apaixonado pelo seu trabalho de auscultar o homem, as aves e a natureza; mesmo, já doente e na cama do hospital continuava a falar de psicologia, pássaros, hipnotização e de como entendia dever ser um bom Professor e, até, na realização de uma nova Exposição; 
Se existe um lugar onde habitam os mortos, é certo, que um dia destes voltaremos às nossas conversas.
 

ACONTECEU

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE ADÃO CONTREIRAS

COM 3 PALAVRINHAS APENAS

Domingo, 21 dezembro | | Lisboa

Casa da Achada - Centro Mário Dionísio

APRESENTAÇÃO DO LIVRO DE ADÃO CONTREIRAS

COM 3 PALAVRINHAS APENAS

Sábado, 13 dezembro |  Espaço-Sociedade | Gorjões

Três palavrinhas chegam para encher uma sala

O Espaço-Sociedade da nossa associação encheu-se de amigos e companheiros, à volta das esculturas da obra «Restos da Floresta», para a apresentação do livro do artista plástico e escritor Adão Contreiras. Pedro Monteiro e Paulo Moreira leram alguns dos poemas da última obra do autor, «Com 3 Palavrinhas Apenas», editado pela ACMJPC em parceria com a Casa da Achada-Centro Mário Dionísio. Pedro Monteiro enalteceu as coerências e interpelações sociais e políticas do autor da obra, num processo de intervenção através das palavras, mostrando as referências artísticas, dramatúrgicas e musicais dos poemas.
Esta obra poética será apresentada no próximo dia 21, na Casa da Achada em Lisboa, Rua da Achada, nº 11, R/C, 1100-004.
O livro está à venda ao preço de capa de 10,00 e pode ser pedido à ACMJPC, neste endereço.

ACONTECEU

Teatro «NA RATOEIRA»

 22 NOV. | Espaço-Sociedade |GORJÕES

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Mais de 50 espetadores assistiram, no passado sábado (22), à representação da peça «Na Ratoeira», do Grupo de Teatro da ‘Cooperativa A Bordeirense’. Baseada em poemas e outros textos selecionados pelos intérpretes, a peça questionou o perfil e a coesão da diversidade de habitantes de uma aldeia imaginada, mas que pode ser qualquer uma outra, tal como as conhecemos. A ACMJPC salienta o papel desempenhado pela ação teatral na formação e capacitação de novos públicos, sobretudo em regiões deprimidas socialmente, e manifesta o seu interesse em continuar a divulgar novas propostas teatrais.

ACONTECEU
Duas sessões de narração com a técnica do kamishibai, Escola de Santa Bárbara de Nexe,

Nos dias 18 e 19 de novembro, a equipa educativa da  Associação Casa Museu José Pinto Contreiras desenvolveu, na Escola de Santa Bárbara de Nexe, duas sessões de narração com a técnica do kamishibai, envolvendo as turmas do 4º e do 3º ano do 1º ciclo e respetivos docentes, os quais foram convidados a participar ativamente, através do reconto da história. O kamishibai, ou ‘teatro de papel’ é uma antiga tradição de narração oral e visual com origem no Japão. A sua técnica é baseada na manipulação de cartões, com figuras desenhadas e textos, narrados pelo contador através de leitura ou de improvisação sobre os mesmos.

 

Narradora: Olga da Fonseca | Produção: ACMJP

ACONTECEU

SESSÃO DE CURTAS DOCUMENTAIS

 22NOV. | Casa da Cultura de Loulé

Auditório da Escola Poeta Bernardo Passos   

São Brás de Alportel . 12 NOV. 

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A 1ª apresentação decorreu dia 8, no Espaço-Sociedade da ACMJPC

No âmbito do Programa TeMPo de Património, a Associação Casa-Museu José Pinto Contreiras (ACMJPC) apresenta os resultados da encomenda fílmica sobre o Centro de Interpretação da Rota dos Poços dos Gorjões. Com base na proposta de produzir curtas documentais sobre a criação de um Centro de Interpretação da Rota dos Poços dos Gorjões, a instalar no antigo lavadouro público da Fonte Santa, a ACMJPC convidou alguns artistas a produzir pequenos filmes de forma autónoma, em suportes diversos. Assim, temos agora a oportunidade de fazer a sua apresentação pública, nesta sessão destinada à comunidade educativa do Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas em São Brás de Alportel, e aberta à população em geral.

Para além das três curtas produzidas, é também apresentado, em extra-sessão, o documentário «Há Espiga?!», da jovem e premiada realizadora Ana Beatriz de Jesus.

Contamos convosco!

Classificação: Todos | Entradas: gratuitas

 

PROGRAMA TeMPo de Património (Território + População + Património)

Apoio anual: CCDR Algarve

Cineastas: Sofia Guerreiro | Adolfo Pinto Contreiras | Ana Beatriz de Jesus

Produção técnica: Adão Contreiras | Coordenação geral: Helder Raimundo

na imprensa
ACONTECEU

          …ESTAMOS AQUI!  

GRUPO CORAL SEGUNDO CAPÍTULO

Sábado, 4 Outubro

CORAL SEGUNDO CAPÍTULO ENCHE A SALA DA

ACMJPC NOS GORJÕES

 

No passado sábado (4 outubro), o ‘espaço-sociedade’ da nossa associação foi pequeno para albergar todas as pessoas que quiseram ouvir as canções do repertório do Grupo Coral Segundo Capítulo. Herdeiro das experiências corais dinamizadas pelo padre José Pedro Martins no Conservatório Regional de Faro, na década de 1970, e das iniciativas posteriores, o grupo contou com a presença de 21 coralistas, dirigidos pelo maestro João António Almeida. O público presente (cerca de 60 pessoas) apreciou um repertório constituído por peças da música religiosa, popular e tradicional, de vários contextos nacionais, terminando em entusiasmo vibrante, com direito a um ‘encore’ final, participando na canção «Tristeza», dos compositores brasileiros Haroldo Lobo e Niltinho. Após o concerto, a ACMJPC ofereceu ao Coral um beberete no pátio sul do edifício.

ACONTECEU
MISSÃO CULTURAL DA ACMJPC
Carina Infante do Carmo
conferência sobre Camões,
complementada com um concerto de canções da lírica camoniana, executado pelo instrumentista Eduardo Ramos, acompanhado nas percussões por Tiago Rego.

 

A ACMJPC realizou, nas últimas semanas, duas iniciativas muito importantes no âmbito da sua missão de formação e de divulgação cultural.

No sábado dia 13, a professora e investigadora Carina Infante do Carmo apresentou uma conferência sobre a visão romantizada de Camões, transformado em ícone desde o século XIX, e prosseguida mesmo após a revolução de Abril, em novos moldes e com diferentes configurações. A conferência, que teve sala cheia (cerca de 50 pessoas), foi complementada com um concerto de canções da lírica camoniana, executado pelo instrumentista Eduardo Ramos, acompanhado nas percussões por Tiago Rego.

Na sexta, dia 19, a nossa associação repôs a performance «Água por Misericórdia», criação da coreógrafa e encenadora Inês Mestrinho e interpretada pelo grupo intergeracional participante na Oficina de Dança, realizada nos meados de julho. As 17 peças de cruzamento artístico recuperaram as memórias sociais do uso da água dos poços dos Gorjões, pela sua comunidade na década de 1950, desenvolvendo um processo ritual de participação e de intervenção atual sobre a importância do recurso água nas comunidades rurais. Após a estreia em finais de julho, com lotação esgotada, esta reposição permitiu a presença de 60 novos espetadores.

Apoio ao associativismo

na imprensa
ACONTECEU

ÁGUA POR MISERICÓRDIA

Performance artística sobre Rota dos Poços dos Gorjões

 25 julho 2025

A ACMJPC apresentou a performance artística «Água por Misericórdia», resultado da Oficina de Dança Intergeracional e Comunitária, no âmbito do Programa estrutural TeMPo + P (Tempo de Património), A performance pretendeu valorizar a importância decisiva do recurso água, elemento indispensável à vida, recuperando memórias pessoais e sociais da população rural. 

FICHA TÉCNICA

Coreografia: Inês Mestrinho

Atrizes: Délia Contreiras, Idalécia Gonçalves, Laurentina Cristina, Lúcia Revez, Maria da Glória Guerreiro, Maria Vicente Pinto (Vicentinha) & Cecília Alcario, Concha Abreu, Ema

Oliveira, Indira Mendonça, Lara Cercas, Marta Guerreiro, Matilde Vinhas e Petra Duarte.

Desenho: Adão Contreiras

Coordenação geral: Helder Raimundo

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